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Jurisprudência da Assinatura Apostólica em matéria de contencioso administrativo
 
 

Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica
Decretum Congressus de 03.05.1995, Prot. N. 24388/93 CA


Autor X et Y
Parte demandada Congregatio pro Clericis
Objeto Reductionis ecclesiae in usum profanum
Publicação W.L. Daniel, Ministerium Iustitiae, 503-513
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Traduções angl., W.L. Daniel, Ministerium Iustitiae, 503-513
it., G. Parise, La giurisprudenza, 373-377
Conteúdo Causa admittitur ad disceptationem.
Fontes 
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Legenda
 
Cânones do Código de 1983
São assinalados nas fontes todos os cânones referidos na parte in iure e na parte in facto da decisão.
São assinalados em negrito os cânones que constituem o objecto principal da decisão ou sobre os quais a decisão enuncia um princípio de interpretação.
São assinalados em itálico os cânones do Código 1983 que:
- não são referidos no texto da decisão, mas dos quais essa trata;
- correspondem a cânones do Código 1917 de que a decisão, anterior a 1983, trata.

Outras fontes
São assinaladas todas as fontes que são mencionadas na parte in iure e na parte in facto da decisão.
CIC cann. 515 § 2; 1222 § 2
Máximas
1. Ii tantum qui – vel directe vel per procuratorem legitime constitutum – coram competenti Curiae Romanae Dicasterio egerunt postea provocare queunt ad Signaturam Apostolicam adversus actus administrativos singulares ab eodem Dicasterio sive latos sive probatos.
2. Iusta causa pro unione paroeciarum esse potest numerus decrescens fidelium in pago necnon minor copia sacerdotum in dioecesi.
3. Iura, de quibus sermo est in can. 1222, § 2, non praesumuntur, sed de eorum concessione vel admissione ex parte competentis auctoritatis ecclesiasticae legitime constare debet.
4. Detrimentum, de quo in canone 1222, § 2, videtur praesertim damnum oriturum ex ipso facto quod ecclesia ad cultum divinum non amplius adhibebitur, non autem ex reactione impropria adversus idem factum.
1. Solo chi ha agito – direttamente o per il tramite di un procuratore legittimamente costituito – presso il competente Dicastero della Curia Romana, può poi ricorrere alla Segnatura Apostolica contro gli atti amministrativi singolari dallo stesso Dicastero emanati o approvati.
2. Giusta causa per l’unione di parrocchie può essere la diminuzione di fedeli in zona e di sacerdoti in diocesi.
3. I diritti dei quali si fa parola nel can. 1222, § 2, non si presumono ma deve legittimamente constare della loro concessione o ammissione da parte della competente auctorità ecclesiastica.
4. Il danno, di cui al canone 1222, § 2, è soprattutto il danno che si produrrà dallo stesso fatto che la chiesa non sarà più adibita al culto pubblico, non invece il danno che si produrrà dalla impropria reazione avverso lo stesso fatto.

Autor das máximas (em latim) e da tradução italiana: © G. Paolo Montini