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Jurisprudência da Assinatura Apostólica em matéria de contencioso administrativo
 
 

Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica
Decretum definitivum de 17.02.1990, Prot. N. 17341/85 CA


Autor Rev.dus X
Parte demandada Congregatio pro Clericis
Objeto Iurium
coram Palazzini
Conteúdo Decretum congressus confirmandum esse, seu recursum primum reiciendum esse utpote extra terminum peremptorium propositum et recursum secundum quia manifeste caret fundamento.
Notas Cf. L’attività della Santa Sede 1990, p. 1208.
Fontes 
?
Legenda
 
Cânones do Código de 1983
São assinalados nas fontes todos os cânones referidos na parte in iure e na parte in facto da decisão.
São assinalados em negrito os cânones que constituem o objecto principal da decisão ou sobre os quais a decisão enuncia um princípio de interpretação.
São assinalados em itálico os cânones do Código 1983 que:
- não são referidos no texto da decisão, mas dos quais essa trata;
- correspondem a cânones do Código 1917 de que a decisão, anterior a 1983, trata.

Outras fontes
São assinaladas todas as fontes que são mencionadas na parte in iure e na parte in facto da decisão.
CIC cann. 90; 273; 283 § 1; 542; 547; 552
Evangelica testificatio n. 28
Máximas
1. Curiae Romanae Dicasteria solvere solent quaestiones per decreta, sed non determinatur decreti forma; tantum exigitur quod decreta scripto ferantur (cf. can. 51).
2. Competens Curiae Romanae Dicasterium respondere non tenetur recursui seu quaesitis extra terminum peremptorium et/vel can. 1734 non servato propositis.
3. Quoad vicarios cooperatores iam vigente Codice Piano Benedictino, licet stricto rigore legis diceretur eos amoveri posse «ad nutum Episcopi» (can. 477, § 1), iuxta doctrinam communiter receptam, exigebatur iusta causa (uti nunc vigens Codex cavet in can. 552); in casu iusta causa eruitur si attendantur praecedentes translationes et modus agendi recurrentis, inauditis omnibus adhortationibus cuiuscumque auctoritatis ecclesiasticae.
Cf. etiam maximae decreti Congressus prot. n. 17341/85 CA.
1. I Dicasteri della Curia Romana di solito risolvono le questioni con decreti, ma non è determinata la forma del decreto; solo si richiede che i decreti sia emanati per iscritto (cf. can. 51).
2. Il competente Dicastero della Curia Romana non è tenuto a rispondere al ricorso o ai quesiti proposti fuori del termine perentorio e/o senza l’osservanza del can. 1734.
3. Quanto ai vicari cooperatori già sotto la vigenza del Codice Piano Benedettino, anche se a stretto rigore della legge si sarebbe detto che si poteva rimuoverli «a discrezione del Vescovo» (can. 477, § 1), secondo la dottrina comunemente ammessa, si esigeva una giusta causa (come ora nel vigente Codice si prevede nel can. 552); nel caso la giusta causa si deduce se si tiene conto dei precedenti trasferimenti e del modo di agire del ricorrente, che non ha ascoltato tutte le esortazioni dei qualsiasi autorità ecclesiastica.
Cf. anche le massime del decreto del Congresso prot. n. 17341/85 CA.

Autor das máximas (em latim) e da tradução italiana: © G. Paolo Montini