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Jurisprudência da Assinatura Apostólica em matéria de contencioso administrativo
 
 

Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica
Decretum definitivum de 14.11.1992, Prot. N. 21778/90 CA


Autor Rev.dus X
Parte demandada Congregatio de Institutione Catholica
Objeto Iurium
coram Agustoni
Conteúdo Recursum extra terminum peremptorium esse propositum ideoque ad disceptationem coram Em.mis ac Exc.mis Judicibus non esse admittendum.
Notas Cf. L’attività della Santa Sede 1992, p. 1118.
Fontes 
?
Legenda
 
Cânones do Código de 1983
São assinalados nas fontes todos os cânones referidos na parte in iure e na parte in facto da decisão.
São assinalados em negrito os cânones que constituem o objecto principal da decisão ou sobre os quais a decisão enuncia um princípio de interpretação.
São assinalados em itálico os cânones do Código 1983 que:
- não são referidos no texto da decisão, mas dos quais essa trata;
- correspondem a cânones do Código 1917 de que a decisão, anterior a 1983, trata.

Outras fontes
São assinaladas todas as fontes que são mencionadas na parte in iure e na parte in facto da decisão.
CIC cann. 57; 1734
Máximas
1. Ad promovendum docentem quempiam ad munus professoris extraordinarii, Pontificia Universitas, iussu Statutorum, tenetur a Congregatione de Institutione Catholica exquirere “nihil obstat”, cuiusmodi concessio non est actus stricte administrativus decisorius, sed quaedam tantummodo praevia conditio ut Magnus Cancellarius, si et quatenus, ad ulteriora procedere valeat ad intentam nominationem (in casu, insuper, “non obstat”, loco “nihil obstat” de more expressum, iuxta stylum Curiae Romanae quamdam haesitationem innuit; nam idem Dicasterium rescripsit ipsius Magni Cancellarii discretioni ulteriora quoad promotionem rev.di recurrentis remissa esse).
Cf. etiam maximae decretorum Congressuum prot. n. 21778/90 CA.
1. Per promuovere un docente all’ufficio di professore straordinario una Pontificia Università, a norma degli Statuti, è tenuta a chiedere alla Congregazione per l’Educazione Cattolica il “nihil obstat”, la concessione del quale non è atto strettamente decisorio, ma solo una certa qual previa condizione perché il Gran Cancelliere, se del caso, possa procedere ulteriormente alla nomina intesa (nel caso, inoltre, “non obstat”, al posto di “nihil obstat” di solito espresso, secondo lo stile della Curia Romana fa intendere una quale esitazione; infatti il medesimo Dicastero rispose che erano rimesse alla discrezione dello stesso Gran Cancelliere le ulteriori decisioni quanto alla promozione del rev.do ricorrente).
Cf. anche le massime dei decreti dei Congressi prot. n. 21778/90 CA.

Autor das máximas (em latim) e da tradução italiana: © G. Paolo Montini