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Jurisprudência da Assinatura Apostólica em matéria de contencioso administrativo
 
 

Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica
Decretum definitivum de 24.03.2023, Prot. N. 54978/20 CA


Autor D.na X
Parte demandada Congregatio pro Clericis
Objeto Alienationis
coram Kasyna
Conteúdo Decretum Congressus reformandum non esse.
Notas Cf. Attività della Segnatura Apostolica 2023 in https://www.vatican.va/content/dam/romancuria/segnatura-apostolica/statistiche/segnatura-apostolica-statistica_2023.pdf
Fontes 
?
Legenda
 
Cânones do Código de 1983
São assinalados nas fontes todos os cânones referidos na parte in iure e na parte in facto da decisão.
São assinalados em negrito os cânones que constituem o objecto principal da decisão ou sobre os quais a decisão enuncia um princípio de interpretação.
São assinalados em itálico os cânones do Código 1983 que:
- não são referidos no texto da decisão, mas dos quais essa trata;
- correspondem a cânones do Código 1917 de que a decisão, anterior a 1983, trata.

Outras fontes
São assinaladas todas as fontes que são mencionadas na parte in iure e na parte in facto da decisão.
CIC cann. 50; 120
Máximas
1. Contra constantem Signaturae Apostolicae iurisprudentiam competens Curiae Romanae Dicasterium legitimationem activam recurrentis ad parochum inepte coarctavit, qui personam paroeciae gerit (in casu recurrens speciem conventionis praeliminaris ad possibilem alienationem bonorum immobilium impugnaverat).
2. Ex proposita alienatione cuidam coetui liturgico damnum non obvenit quia minime violat iura paroecianorum fundamentalia atque non agitur de venditione loci celebrationis liturgicae.
3. Cum venditio, saltem tempore impugnati actus Dicasterii, non erat perfecta, frustra invocatur violatio legis.
Cf. etiam maximae decreti Congressus sub prot. n. 54978/20 CA.
1. Contro la costante giurisprudenza della Segnatura Apostolica il competente Dicastero della Curia Romana ha invano limitato la legittimazione attiva del ricorrente al parroco, che rappresenta la parrocchia (nel caso il ricorrente aveva impugnato una specie di contratto preliminare di vendita di beni immobili).
2. Non proviene danno ad un gruppo liturgico dalla proposta alienazione perché non viola assolutamente i diritti fondamentali dei parrocchiani e perché non si tratta della alienazione del luogo della celebrazione liturgica.
3. Dal momento che l’alienazione, almeno al tempo dell’atto impugnato del Dicastero, non era perfezionata, si invoca inutilmente la violazione della legge.
Cf. anche le massime del decreto del Congresso prot. n. 54978/20 CA.
 francês

Autor das máximas (em latim) e da tradução italiana: © G. Paolo Montini