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Jurisprudência da Assinatura Apostólica em matéria de contencioso administrativo
 
 

Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica
Sententia definitiva de 25.04.2018, Prot. N. 51993/16 CA


Autor D.na X
Parte demandada Congregatio pro Clericis
Objeto Suppressionis paroeciae X
coram Mamberti
Conteúdo Constare de violatione legis in decernendo
Notas Cf. Attività della Segnatura Apostolica 2018 in https://www.vatican.va/content/dam/romancuria/segnatura-apostolica/statistiche/segnatura-apostolica-statistica_2018.pdf
Fontes 
?
Legenda
 
Cânones do Código de 1983
São assinalados nas fontes todos os cânones referidos na parte in iure e na parte in facto da decisão.
São assinalados em negrito os cânones que constituem o objecto principal da decisão ou sobre os quais a decisão enuncia um princípio de interpretação.
São assinalados em itálico os cânones do Código 1983 que:
- não são referidos no texto da decisão, mas dos quais essa trata;
- correspondem a cânones do Código 1917 de que a decisão, anterior a 1983, trata.

Outras fontes
São assinaladas todas as fontes que são mencionadas na parte in iure e na parte in facto da decisão.
CIC cann. 4; 50; 515 § 2
Máximas
1. Ad paroeciam supprimendam Signaturae Apostolicae iurisprudentia, iuxta praescriptum can. 515, § 2, tantum requirit auditionem consilii presbyteralis et horum fidelium, qui iura quaesita vindicare possint. Violatio legis in procedendo non habetur ob fidelium consultationem restrictam ad membra comitatus et ad fideles arbitrarie selectos.
2. Intentio seu propositum ecclesiam paroecialem in usum profanum reducendi eandemque dein alienandi, legitima causa suppressionis paroeciae non est. Deest in casu necessaria distinctio inter «processum reordinationis paroeciarum et determinationem quoad statutum canonicum aedificii sacri» (Sententia definitiva diei 21 maii 2011, coram Caffarra, prot. n. 41719/08 CA).
1. Per la soppressione di una parrocchia la giurisprudenza della Segnatura Apostolica, a norma del prescritto del can. 515, § 2, richiede soltanto l’ascolto del consiglio presbiterale e di quei fedeli che possano rivendicare diritti acquisiti. Non si dà violazione di legge in procedendo a causa di una consultazione di fedeli ristretta ai membri del comitato o a fedeli scelti in modo arbitrario.
2. L’intenzione o il disegno di ridurre la chiesa parrocchiale ad uso profano e poi alienarla, non è causa legittima di soppressione della parrocchia. Manca nel caso la necessaria distinzione tra «il processo di riordinamento delle parrocchie e la determinazione dello statuto canonico di un edificio sacro» (sentenza definitiva del 21 maggio 2011, coram Caffarra, prot. n. 41719/08 CA).
 francês

Autor das máximas (em latim) e da tradução italiana: © G. Paolo Montini