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Jurisprudência da Assinatura Apostólica em matéria de contencioso administrativo
 
 

Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica
Decretum Congressus de 06.11.2015, Prot. N. 49525/14 CA


Autor Rev.dus X
Parte demandada Congregatio pro Institutis vitae consecratae et Societatibus vitae apostolicae
Objeto Dimissionis
Conteúdo Recursus reiectionem in limine confirmandam esse.
Notas Cf. L’attività della Santa Sede 2015, p. 789.
Fontes 
?
Legenda
 
Cânones do Código de 1983
São assinalados nas fontes todos os cânones referidos na parte in iure e na parte in facto da decisão.
São assinalados em negrito os cânones que constituem o objecto principal da decisão ou sobre os quais a decisão enuncia um princípio de interpretação.
São assinalados em itálico os cânones do Código 1983 que:
- não são referidos no texto da decisão, mas dos quais essa trata;
- correspondem a cânones do Código 1917 de que a decisão, anterior a 1983, trata.

Outras fontes
São assinaladas todas as fontes que são mencionadas na parte in iure e na parte in facto da decisão.
CIC cann. 665 § 2; 696 § 1
Lumen gentium 42;  
Perfectae caritatis 14
Máximas
1. Votum oboedientiae est praeceptum inter vota essentialia status religiosi, cum sine oboedientia deficiat perfecta caritas, ad quam religiosi tendere debent ad testimonium reddendum humilitatis atque oboeditionis Christi.
2. Inter pertinacem inoboedientiam et illegitimam absentiam nexus intercurrit; nam, illegitima absentia a domo religiosa praesumit inoboedientiam legitimis praescriptis Superiorum (quae inoboedientia in casu sese refert ad materiam gravem, seu ad illegitimam absentiam per semestre protractam).
3. Excusationes adductae (infirmitas et contractus laboris) absentiam a domo religiosa nullo modo iustificant, eius voluntatem inoboediendi hac in re potius confirmant.
Cf. etiam maximae decreti Secretarii sub prot. n. 49525/14 CA.
1. Il voto di obbedienza è un precetto tra i voti essenziali dello stato religioso, per cui senza obbedienza venga meno la perfetta carità, alla quale devono tendere i religiosi per rendere testimonianza della umiltà e dell’obbedienza di Cristo.
2. Tra la pertinace disobbedienza e l’illegittima assenza intercorre un nesso; infatti, l’illegittima assenza dalla casa religiosa presume la disobbedienza alle legittime disposizione dei Superiori (la disobbedienza nel caso si riferisce a materia grave, ossia all’illegittima assenza protratta per un semestre).
3. Le scuse addotte (malattia e contratto di lavoro) non giustificano in alcun modo l’assenza dalla casa religiosa, ma piuttosto confermano la volontà di disobbedire al riguardo.
Cf. anche le massime del decreto del Segretario nel prot. n. 49525/14 CA.
 francês

Autor das máximas (em latim) e da tradução italiana: © G. Paolo Montini