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Jurisprudência da Assinatura Apostólica em matéria de contencioso administrativo
 
 

Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica
Decretum definitivum de 28.10.2022, Prot. N. 53922/18 CA


Autor D.nus X et alii
Parte demandada Congregatio pro Clericis
Objeto Reductionis ecclesiae X in usum profanum
coram Hendriks
Conteúdo Decretum Congressus reformandum non esse.
Notas Cf. Attività della Segnatura Apostolica 2022 in https://www.vatican.va/content/dam/romancuria/segnatura-apostolica/statistiche/segnatura-apostolica-statistica_2022.pdf
Fontes 
?
Legenda
 
Cânones do Código de 1983
São assinalados nas fontes todos os cânones referidos na parte in iure e na parte in facto da decisão.
São assinalados em negrito os cânones que constituem o objecto principal da decisão ou sobre os quais a decisão enuncia um princípio de interpretação.
São assinalados em itálico os cânones do Código 1983 que:
- não são referidos no texto da decisão, mas dos quais essa trata;
- correspondem a cânones do Código 1917 de que a decisão, anterior a 1983, trata.

Outras fontes
São assinaladas todas as fontes que são mencionadas na parte in iure e na parte in facto da decisão.
CIC cann. 1222 § 2; 1276 § 1; 1291-1295
Máximas
1. Non habetur violatio legis in procedendo si, audito consilio presbyterali, novum documentum a recurrentibus adducitur de oeconomica paroeciae ratione, cuius priorem versionem ceterum idem consilium prae oculis habuit.
2. Non habetur violatio legis in decernendo quoad reductionem ecclesiae in usum profanum quoties solutio ad servandam ecclesiam a recurrentibus proposita a) haud excludit usus profanos sordidos; vel b) a paroecia reicitur, quae licentiam ab Ordinario proinde haud requirat ad actum administrationis quod attinet; vel c) impar facto evadat, considerata oeconomica paroeciae condicione, impensis ad reficiendam ecclesiam necessariis.
1. Non c’è violazione della legge quanto alla procedura se, udito il consiglio presbiterale, dai ricorrenti viene addotto un nuovo documento relativo alla situazione economica della parrocchia, la cui versione precedente, peraltro, lo stesso consiglio ebbe davanti agli occhi.
2. Non c’è violazione della legge nella decisione di ridurre la chiesa ad uso profano, se la soluzione proposta dai ricorrenti per conservare la chiesa a) non esclude usi profani sordidi; oppure b) è rifiutata dalla parrocchia, che quindi non richieda all’Ordinario la licenza relativa all’atto di amministrazione; oppure c) risulti di fatto sproporzionata, considerata la situazione economica della parrocchia, alle spese necessarie per il restauro della chiesa.
 francês

Autor das máximas (em latim) e da tradução italiana: © G. Paolo Montini