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Jurisprudência da Assinatura Apostólica em matéria de contencioso administrativo
 
 

Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica
Sententia definitiva de 10.06.2022, Prot. N. 54054/18 CA


Autor D.nus X
Parte demandada Congregatio pro Clericis
Objeto Suppressionis paroeciae X
coram Versaldi
Conteúdo Constare de violatione legis in procedendo.
Notas Cf. Attività della Segnatura Apostolica 2022 in https://www.vatican.va/content/dam/romancuria/segnatura-apostolica/statistiche/segnatura-apostolica-statistica_2022.pdf
Fontes 
?
Legenda
 
Cânones do Código de 1983
São assinalados nas fontes todos os cânones referidos na parte in iure e na parte in facto da decisão.
São assinalados em negrito os cânones que constituem o objecto principal da decisão ou sobre os quais a decisão enuncia um princípio de interpretação.
São assinalados em itálico os cânones do Código 1983 que:
- não são referidos no texto da decisão, mas dos quais essa trata;
- correspondem a cânones do Código 1917 de que a decisão, anterior a 1983, trata.

Outras fontes
São assinaladas todas as fontes que são mencionadas na parte in iure e na parte in facto da decisão.
CIC cann. 50; 201 § 2; 1734; 1737 § 2
Máximas
1. Suspensio exsecutionis, quam ad instantiam remonstrantis Episcopus decreverit ad praescriptum can. 50 observandum, mere formalis scilicet inutilis consideranda haud est, adeo ut tantum suspensione exspirata habendum est decretum quo Episcopus remonstrationi respondet, ad recursum hierarchicum proponendum quod attinet (in casu compentens Curiae Romanae Dicasterium nullius fecit suspensionis tempus atque terminum ad recursum hierarchicum legitime proponendum a die decretae suspensionis supputavit).
2. Secundum communem Signaturae Apostolicae iurisprudentiam, recurrenti ex parte Auctoritatis ecclesiasticae in errorem inducto tempus non currit (cf. can. 201, § 2): error enim ab Auctoritate ecclesiastica in recurrentem inductus ignorantiae, de qua in praefato canone, aequatur (in casu Episcopus, decretum suppressionis confirmans, praescriptum can. 1737, § 2 indicavit quoad terminum recursus et Auctoritatem ad quam).
1. La sospensione dell’esecuzione che il vescovo, su istanza di chi ha presentato la rimostranza, abbia deciso al fine di osservare il prescritto del can. 50, non può essere considerata meramente formale ossia inutile; in tal guisa solo una volta che sia spirata la sospensione si deve considerare, ai fini della proposizione del ricorso gerarchico, il decreto con il quale il vescovo risponda alla rimostranza (nel caso il competente Dicastero della Curia Romana non ha tenuto conto del periodo della sospensione e ha computato il termine per proporre legittimo ricorso gerarchico dal giorno nel quale era stata decisa la sospensione).
2. Secondo la comune giurisprudenza della Segnatura Apostolica, il tempo non corre (cf. can. 201, § 2) per il ricorrente indotto in errore dalla Autorità ecclesiastica: l’errore, infatti, indotto nel ricorrente dall’Autorità ecclesiastica si equipara all’ignoranza di cui nel menzionato canone (nel caso il vescovo, confermando il decreto di soppressione, ha indicato il prescritto del can. 1737, § 2 quanto al termine per ricorrere e all’Autorità destinataria).
 francês

Autor das máximas (em latim) e da tradução italiana: © G. Paolo Montini