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Jurisprudência da Assinatura Apostólica em matéria de contencioso administrativo
 
 

Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica
Decretum definitivum de 23.02.2017, Prot. N. 49676/14 CA


Autor D.nus X
Parte demandada Congregatio pro Institutis vitae consecratae et Societatibus vitae apostolicae
Objeto Suppressionis Tertii Ordinis
coram Grocholewki
Conteúdo Decretum Congressus reformandum non esse.
Notas Cf. Attività della Segnatura Apostolica 2017, in vatican.va/content/dam/romancuria/ segnatura-apostolica/statistiche/segnatura-apostolica-statistica_2017.pdf
Fontes 
?
Legenda
 
Cânones do Código de 1983
São assinalados nas fontes todos os cânones referidos na parte in iure e na parte in facto da decisão.
São assinalados em negrito os cânones que constituem o objecto principal da decisão ou sobre os quais a decisão enuncia um princípio de interpretação.
São assinalados em itálico os cânones do Código 1983 que:
- não são referidos no texto da decisão, mas dos quais essa trata;
- correspondem a cânones do Código 1917 de que a decisão, anterior a 1983, trata.

Outras fontes
São assinaladas todas as fontes que são mencionadas na parte in iure e na parte in facto da decisão.
CIC cann. 301 § 1; 301 § 2; 301 § 3; 320 § 2
Máximas
1. Nisi contrarium probetur, una eademque consociatio praesumitur, quae primum, conventione coram tabellione pacta, conditur, ac dein canonice erigitur.
2. Publica consociationis natura a competenti auctoritate ecclesiastica erectae negari nequit ob defectum finium necessariorum ad personam publicam habendam de quibus in can. 301, § 1; nam distinctio inter consociationes publicas et privatas haud nititur finibus propriis consociationum publicarum et privatarum, sed tantummodo particulari auctoritatis ecclesiasticae competentis interventu.
3. Data publica consociationis natura, causa gravis suppressionis habendus est defectus sodalium.
Cf. maximae decreti Congressus sub prot. n. 49676/14 CA .
1. Finché non si provi il contrario, si presume che sia la stessa e medesima associazione che prima, stipulata la convenzione di fronte al notaio, viene fondata, e poi viene canonicamente eretta.
2. La natura pubblica di una associazione eretta dalla competente autorità ecclesiastica non può essere negata per la mancanza dei fini necessari per avere la personalità pubblica (cf. can. 301, § 1); la distinzione infatti tra associazioni pubbliche e private non si basa sui fini propri di associazioni pubbliche e private, ma solo sull’intervento particolare della competente autorità ecclesiastica.
3. Data la natura pubblica di una associazione, si deve ritenere causa grave per la sua soppressione il fatto che sia senza membri.
Cf. le massime del decreto del Congresso prot. n. 49676/14 CA.
 francês

Autor das máximas (em latim) e da tradução italiana: © G. Paolo Montini