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Jurisprudência da Assinatura Apostólica em matéria de contencioso administrativo
 
 

Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica
Decretum definitivum de 22.06.2002, Prot. N. 30447/99 CA


Autor X
Parte demandada Congregatio pro Clericis
Objeto Iurium
coram Echevarría Rodríguez
Conteúdo Decretum Congressus reformandum non esse.
Notas Cf. L’attività della Santa Sede 2002, p. 850.
Fontes 
?
Legenda
 
Cânones do Código de 1983
São assinalados nas fontes todos os cânones referidos na parte in iure e na parte in facto da decisão.
São assinalados em negrito os cânones que constituem o objecto principal da decisão ou sobre os quais a decisão enuncia um princípio de interpretação.
São assinalados em itálico os cânones do Código 1983 que:
- não são referidos no texto da decisão, mas dos quais essa trata;
- correspondem a cânones do Código 1917 de que a decisão, anterior a 1983, trata.

Outras fontes
São assinaladas todas as fontes que são mencionadas na parte in iure e na parte in facto da decisão.
CIC cann. 54 § 2; 1734 §§ 1-2
Máximas
1. Quid et intra quos temporis terminos agere debeat qui se actu administrativo singulari gravatum esse contendat, praesupposita nempe recursus, minime consideranda sunt utpote merae formalitates; nam, ut recte animadvertit competens Curiae Romanae Dicasterium, «las normas de procedimiento tutelan los intereses de las dos partes en conflicto».
2. Rev.mus recurrens, qui iuris canonici imperitus dici nequit, nam munere functus est cancellarii atque assessoris de re legali in Curia, absente Ordinario, Nuntium Apostolicum adivit, qui quidem non est decreti auctor a quo petere debuisset decreti revocationem vel emendationem. Quapropter competens Curiae Romanae Dicasterium recte recursum hierarchicum reiecit ob omissam vel saltem sero propositam remonstrationem coram decreti auctorem.
3. Decretum legitime intimatum habetur si cum partium Patronis communicetur, quamvis eius notitia ad Recurrentem serius perveniat.
1. Che cosa ed entro quali termini temporali debba agire chi affermi di essere danneggiato da un atto amministrativo, ossia i presupposti del ricorso, non sono per nulla da considerare mere formalità; infatti, come rettamente osserva il competente Dicastero della Curia Romana, «le norme del procedimento tutelano gli interessi delle due parti in conflitto».
2. Il Rev.mo ricorrente, che non può dirsi inesperto di diritto canonico, dato che in curia ha svolto l’ufficio di cancelliere e di assessore in materia legale, mentre era assente l’Ordinario, si rivolse al Nunzio Apostolico, che proprio non è l’autore del decreto dal quale avrebbe dovuto chiedere la revoca o la correzione del decreto. Per questo il competente Dicastero della Curia Romana ha correttamente rigettato il ricorso gerarchico a motivo della omessa o almeno tardiva proposizione della rimostranza all’autore del decreto.
3. Un decreto si ha per legittimamente intimato quando è comunicato ai patroni delle parti, anche se la sua conoscenza pervenga più tardi al ricorrente.

Autor das máximas (em latim) e da tradução italiana: © G. Paolo Montini