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Jurisprudência da Assinatura Apostólica em matéria de contencioso administrativo
 
 

Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica
Sententia definitiva de 04.12.2004, Prot. N. 30041-B/99 CA


Autor Rev.da X
Parte demandada Congregatio pro Institutis vitae consecratae et Societatibus vitae apostolicae
Objeto Discessus elapsis votis temporariis et nullitatis professionis perpetuae
coram Coccopalmerio
Publicação J 81 (2025) 385-409.
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Traduções angl., J 81 (2025) 385-409.
Conteúdo Constare de violatione legis in procedendo et in decernendo. Et ad mentem.
Notas Cf. L’attività della Santa Sede 2004, p. 785.
Fontes 
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Legenda
 
Cânones do Código de 1983
São assinalados nas fontes todos os cânones referidos na parte in iure e na parte in facto da decisão.
São assinalados em negrito os cânones que constituem o objecto principal da decisão ou sobre os quais a decisão enuncia um princípio de interpretação.
São assinalados em itálico os cânones do Código 1983 que:
- não são referidos no texto da decisão, mas dos quais essa trata;
- correspondem a cânones do Código 1917 de que a decisão, anterior a 1983, trata.

Outras fontes
São assinaladas todas as fontes que são mencionadas na parte in iure e na parte in facto da decisão.
CIC cann. 6 § 2; 10; 656, n. 3; 656, n. 4; 656, n. 5; 658
Máximas
1. Professione religiosa sollemni bis successive emissa, liquet evidenter unam tantum professionem sollemnem posse esse validam. Aliis verbis: si prior professio sollemnis erat valida, altera nonnisi sollemnis iteratio professionis iam antea peractae habenda est. Qua de re validitas prioris professionis sollemnis praesumenda est, donec contrarium probetur.
2. Praetermissa quaestione utrum, necne, competens Curiae Romanae Dicasterium, praeter praescripta cann. 656 et 658, gravissima de ratione, in casu exceptionali et decreto motivis suffulto, suspensioni professionis perpetuae vel admissionis ad eandem per actum administrativum clausulam irritantem vel inhabilitantem addere possit, professio sollemnis emissa certo valida habenda est nonobstante suspensione, quae eiusmodi expressam clausulam haud praeseferat.
1. Emessa due volte, una dopo l’altra, la professione religiosa solenne, è evidente che una sola professione può essere valida. Ossia: se la prima professione solenne era valida, l’altra non può essere considerata che una solenne ripetizione della professione già prima emessa. Così la validità della prima professione solenne è da presumere, finché non si prova il contrario.
2. Prescindendo dalla questione se il competente Dicastero della Curia Romana possa, oltre ai prescritti dei cann. 656 et 658, per una gravissima ragione, in un caso eccezionale e con decreto motivato, aggiungere alla sospensione di una professione perpetua o dell’ammissione alla stessa con un atto amministrativo la clausola irritante o inabilitante, la professione solenne emessa è certamente valida nonostante la sospensione se non è provvista della menzionata espressa clausola.
Comentários J.C. Kozlowski, «Brief Note on a Definitive Sentence from the Apostolic Signatura Deciding a Recourse Against a Decree Nullifying a Perpetual Profession», J 81 (2025) 410-419.

Autor das máximas (em latim) e da tradução italiana: © G. Paolo Montini