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Jurisprudência da Assinatura Apostólica em matéria de contencioso administrativo
 
 

Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica
Sententia definitiva de 03.07.2004, Prot. N. 32372/01 CA


Autor Exc.mus Ordinarius
Parte demandada Congregatio pro Clericis
Objeto Revocationis decreti poenalis ab Exc.mo Episcopo d. 6 Maii a. 1999 adversus Rev.dum Y lati
coram Cacciavillan
Publicação IusCan 59 (2019) 291-300
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Traduções hisp., IusCan 59 (2019) 291-300
Conteúdo Non constare de violatione legis in procedendo vel in decernendo.
Fontes 
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Legenda
 
Cânones do Código de 1983
São assinalados nas fontes todos os cânones referidos na parte in iure e na parte in facto da decisão.
São assinalados em negrito os cânones que constituem o objecto principal da decisão ou sobre os quais a decisão enuncia um princípio de interpretação.
São assinalados em itálico os cânones do Código 1983 que:
- não são referidos no texto da decisão, mas dos quais essa trata;
- correspondem a cânones do Código 1917 de que a decisão, anterior a 1983, trata.

Outras fontes
São assinaladas todas as fontes que são mencionadas na parte in iure e na parte in facto da decisão.
CIC cann. 14; 18; 638 § 3; 1291; 1292; 1295; 1362; 1373; 1377; 1389; 1419 § 2; 1713-1716; 1728 § 2; 1740-1741
Máximas
1. Violatio can. 1377 haberi nequit, nisi agatur de alienatione vel, si et quatenus, de negotiis assimilatis (cf. can. 1295), quae patrimonium stabile respiciunt et praeterea per se simul summam minimam a Conferentia Episcoporum statutam superant (cf. can. 1292).
2. Dubium iuris viget utrum, necne, can. 1377 sese quoque referat ad can. 1295, ac proinde in casu «in dubio standum est pro reo».
3. Requisita delicti confessio seu agnitio ad poenam expiatoriam remittendam saltem cum spiritu can. 1728, § 2 non congruit, iuxta quem accusatus «ad confitendum delictum non tenetur».
4. Poena, ab Episcopo in clericum ob irregularitates patrimoniales inflicta, illegitima declarata, si Episcopus instet pro restitutione, ipse rem Tribunali Metropolitano (cf. can. 1419, § 2) deferat, nisi quaestio per arbitratum ad normam cann. 1713-1716 solvi possit.
1. Non vi può essere violazione del can. 1377 senza che l’alienazione o, se e per quanto, un provvedimento assimilato (cf. can. 1295) riguardino il patrimonio stabile e inoltre contemporaneamente superino la somma minima stabilita dalla Conferenza dei Vescovi (cf. can. 1292).
2. Vige un dubbio di diritto sul fatto se il can. 1377 si riferisca anche alla fattispecie prevista nel can. 1295; nel caso vale quindi il principio «in caso di dubbio si deve stare con il reo».
3. La subordinazione della remissione di una pena espiatoria inflitta alla confessione o al riconoscimento del delitto non è compatibile almeno con lo spirito del can. 1728, § 2, secondo il quale l’accusato «non è tenuto a confessare il delitto».
4. Una dichiarata illegittima la pena inflitta dal Vescovo ad un chierico per irregolarità patrimoniali, se il Vescovo insiste per la restituzione, può deferire la materia al Tribunale metropolitano (cf. can. 1419, § 2), a meno che la questione non si possa risolvere con il ricorso all’arbitrato a norma dei cann. 1713-1716.
Comentários P. Solá-Granell, «A propósito de la enajenación de bienes eclesiásticos sin la licencia prescrita», IusCan 59 (2019) 301-312

Autor das máximas (em latim) e da tradução italiana: © G. Paolo Montini