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Jurisprudência da Assinatura Apostólica em matéria de contencioso administrativo
 
 

Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica
Decretum Congressus de 25.05.2012, Prot. N. 46628/12 CA


Autor D.na X et alii
Parte demandada Congregatio pro Clericis
Objeto Reductionis ecclesiae in usum profanum. Incid: Suspensionis
Publicação Apoll 85 (2012) 440-441
J 73 (2013) 622-624
W.L. Daniel, Ministerium Iustitiae II, 389-393
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Traduções angl.: W.L. Daniel, Ministerium Iustitiae II, 389-393; J 73 (2013) 623; 625
it., Apoll 85 (2012) 442-443
Conteúdo Suspensio actus impugnati partim conceditur.
Fontes 
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Legenda
 
Cânones do Código de 1983
São assinalados nas fontes todos os cânones referidos na parte in iure e na parte in facto da decisão.
São assinalados em negrito os cânones que constituem o objecto principal da decisão ou sobre os quais a decisão enuncia um princípio de interpretação.
São assinalados em itálico os cânones do Código 1983 que:
- não são referidos no texto da decisão, mas dos quais essa trata;
- correspondem a cânones do Código 1917 de que a decisão, anterior a 1983, trata.

Outras fontes
São assinaladas todas as fontes que são mencionadas na parte in iure e na parte in facto da decisão.
CIC cann. 532; 561; 562; 838 § 1; 1210; 1214; 1220; 1276; 1279 § 1; 1284 § 2, n. 1
Máximas
1. Suspensio actus impugnati tantum conceditur quantum requiritur ad damnum irreparabile praeveniendum et insuper dummodo recursus quodam fundamento gaudeat (in casu Episcopus vetatur ecclesiam destruere vel vendere, dum curare debet ut eadem, recursu definito, si et quatenus, denuo ad cultum divinum expedite adhiberi possit, utque interea incolumitati personarum tutandae provideatur).
2. Ad auctoritatem ecclesiasticam competentem pertinet exercitium cultus divini in ecclesia moderari, decernere dies et horas quibus ecclesia fidelibus pateat vel immo aditum ad eam ad tempus suspendere iustam ob rationem, v.g., ecclesiae detergendae, ornandae, conservandae vel reparandae causa (in casu habebatur obsidio ecclesiae, quae, spretis praescriptis auctoritatis ecclesiasticae competentis, a loci sanctitate est omnino absona declarata).
1. La sospensione dell’atto impugnato si concede solo per quanto lo richiede la prevenzione del danno irreparabile e inoltre se il ricorso goda di un qualche fondamento (nel caso al Vescovo è vietato di distruggere o vendere la chiesa, mentre deve fare in modo che finito il ricorso, se e per quanto richiesto, si possa di nuovo adibire al culto facilmente, e che nel frattempo si provveda a proteggere l’incolumità delle persone).
2. Alla competente autorità ecclesiastica appartiene di regolamentare l’esercizio del culto divino nella chiesa, decidere in quali giorni e ore la chiesa sia aperta ai fedeli, come pure sia chiesa temporaneamente sospeso l’ingresso per una giusta causa, come, per esempio, le pulizie, la preparazione, la conservazione o le riparazioni (nel caso si aveva l’occupazione della chiesa: essa, realizzata contro i prescritti dell’autorità ecclesiastica competente, è dichiarata assolutamente contraria alla santità del luogo).
 alemão - francês
Comentários C. Begus, «Adnotationes in Decreta», Apoll 85 (2012) 445-464
K. Martens, «Brief Note Regarding the Reconfiguration of Parishes and the Relegation of Churches to Profane Use», J 73 (2013) 626-643.

Autor das máximas (em latim) e da tradução italiana: © G. Paolo Montini