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Jurisprudência da Assinatura Apostólica em matéria de contencioso administrativo
 
 

Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica
Decretum Praefecti de 03.05.1984, Prot. N. 14997/83 CA


Autor Rev.da X
Parte demandada S. Congregatio pro Religiosis et Institutis Saecularibus
Diocese Parisien.
Objeto Dimissionis
Traduções gall., Praxis juridique et religion 3 (1986) 131-132
Conteúdo Recursus reicitur.
Fontes 
?
Legenda
 
Cânones do Código de 1983
São assinalados nas fontes todos os cânones referidos na parte in iure e na parte in facto da decisão.
São assinalados em negrito os cânones que constituem o objecto principal da decisão ou sobre os quais a decisão enuncia um princípio de interpretação.
São assinalados em itálico os cânones do Código 1983 que:
- não são referidos no texto da decisão, mas dos quais essa trata;
- correspondem a cânones do Código 1917 de que a decisão, anterior a 1983, trata.

Outras fontes
São assinaladas todas as fontes que são mencionadas na parte in iure e na parte in facto da decisão.
CIC can. 1445 § 2
[CIC/1917] 652 § 2
REU art. 106
NS art. 96; art. 105 § 1
Máximas
1. Nomine actus administrativi, quippe qui in processu contentioso administrativo apud Signaturam Apostolicam legitime impugnari possit, comprehendi nequit actus mere confirmativus – a recurrente forte studiose excitatus, i.e. intuitu restitutionis in terminis utilibus ad novum recursum exhibendum – qui exsistentia autonoma caret, quatenus ab ipso actu confirmato pendet: est simplex, mera confirmatio, excluso quolibet elemento novitatis, sive volitivae sive etiam probatoriae, actus administrativi praecedentis ex parte eiusdem auctoritatis (in casu competens Curiae Romanae Dicasterium rescripsit se nihil addendum habere litteris suo tempore missis, quod nequidem uti actus confirmativus haberi posse videtur).
1. Sotto la denominazione di atto amministrativo (quello che può essere legittimamente impugnato nel processo contenzioso amministrativo presso la Segnatura Apostolica) non si può comprendere l’atto meramente confermativo – magari suscitato appositamente dal ricorrente, per riottenere, per esempio, la possibilità di esibire in tempo utile un nuovo ricorso – che manca di esistenza autonoma propria, in quanto dipende dal medesimo atto confermato: è una mera, semplice conferma, dalla quale è escluso qualsiasi elemento di novità, sia rispetto alla volontà sia anche alla prova, dell’atto amministrativo precedente della medesima autorità (nel caso il competente Dicastero della Curia Romana rispose di non aver nulla da aggiungere alla lettera a suo tempo inviata, il che non sembra neppure poter essere considerato atto confermativo).
2. Recursus proinde adversus actum mere confirmativum propositus reiciendus est ob defectum praesuppositi.2. Il ricorso, pertanto, proposto avverso un atto meramente confermativo deve essere rigettato per mancanza di presupposto.
Comentários J. Schlick, «Des limites de la justice administrative dans l’Église catholique», Praxis juridique et religion 3 (1986) 127-135

Autor das máximas (em latim) e da tradução italiana: © G. Paolo Montini