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Jurisprudência da Assinatura Apostólica em matéria de contencioso administrativo
 
 

Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica
Decretum definitivum de 17.12.1988, Prot. N. 19323/87 CA


Autor Rev.da X
Parte demandada Congregatio pro Ecclesiis Orientalibus
Objeto Exclaustrationis impositae
coram Silvestrini
Conteúdo I. Consulendum non esse Sanctissimo iuxta precem;
II. Recursum ad disceptationem admittendum non esse.
Notas Cf. etiam prot. n. 19323 - B/87 CA.
Fontes 
?
Legenda
 
Cânones do Código de 1983
São assinalados nas fontes todos os cânones referidos na parte in iure e na parte in facto da decisão.
São assinalados em negrito os cânones que constituem o objecto principal da decisão ou sobre os quais a decisão enuncia um princípio de interpretação.
São assinalados em itálico os cânones do Código 1983 que:
- não são referidos no texto da decisão, mas dos quais essa trata;
- correspondem a cânones do Código 1917 de que a decisão, anterior a 1983, trata.

Outras fontes
São assinaladas todas as fontes que são mencionadas na parte in iure e na parte in facto da decisão.
CIC cann. 686 § 3; 697-700; 699 § 1; 1739
Constitutio apostolica Regimini Ecclesiae universae n. 107
Máximas
1. Ut Collegium Signaturae Apostolicae Sanctissimo consulere possit pro concessione petitae gratiae etiam meritum causae examinandi, conditiones sunt hae: 1. exsistentia iustae seu proportionaliter gravis causae pro gratiae concessione; 2. fundata spes ut examen circa meritum causae impugnati decreti reformationem inducere possit. Magna inconvenientia, etenim, adest si tribunal ingredi debeat ambitum discretionis quae propria est potestatis administrativae.
2. Ad exclaustrationem imponendam requiruntur causae graves quae notae faciendae sunt sodali, ut ipse sese defendere et emendare possit (in casu competens Curiae Romanae Dicasterium dimissionis decretum confirmare recusavit et exclaustrationem sodali imposuit).
Cf. etiam maximae decreti Congressus sub prot. n. 19323/87 CA.
1. Perché il Collegio della Segnatura Apostolica possa consigliare il Sommo Pontefice di concedere la grazia richiesta, di esaminare anche il merito della causa, le condizioni sono queste: 1. L’esistenza di una giusta ossia proporzionatamente grave per la concessione della grazia; 2. La speranza fondata che l’esame del merito della causa possa indurre alla riforma del decreto impugnato. È infatti molto sconveniente che un tribunale debba entrare nell’ambito della discrezionalità, che è propria della potestà amministrativa.
2. Per imporre l’esclaustrazione si richiedono cause gravi che debbono essere rese note al sodale perché possa difendersi e emendarsi (nel caso il competente Dicastero della Curia Romana ricusò di confermare il decreto di dimissione e impose al sodale l’esclaustrazione).
Cf. pure le massime del decreto del Congresso nel prot. n. 19323/87 CA.

Autor das máximas (em latim) e da tradução italiana: © G. Paolo Montini